Reides Antidrogas: Fica Cada Vez Mais Feio para os Policiais Enquanto Surgem os Fatos no Caso Fatal de Atlanta
A morte da moradora de Atlanta de 88 anos, Kathryn Johnston, nas mãos da polícia disfarçada de Atlanta depois de ter atirado neles enquanto irrompiam pela sua porta da frente continua causando revolta na comunidade. Enquanto passam os dias, mais e mais perguntas estão sendo feitas sobre o comportamento da polícia naquela noite.
A polícia disse originalmente que comprara drogas no endereço de Johnston. A polícia disse originalmente que bateu e anunciou a sua presença antes de entrar. Mas, o mandado de busca que levou a esse reide, que os funcionários da Comarca de Fulton se recusaram a lançar a princípio, é claramente marcado como mandado de busca “inadvertida”. O ofício que levou ao mandado descreve não a polícia, mas um informante confidencial que fez a suposta compra de drogas.
A coisa fica pior - Nesta semana, o informante confidencial disse que nunca comprou drogas na casa e que a polícia pediu que mentisse sobre o fato. Isto provocou um contra-ataque de desconhecidos infelizes com o informante “confiável”, que revelaram a identidade dele à imprensa e o descreveram como “traficante de drogas” como um prelúdio a desacreditá-lo. [Ed.: De alguma forma, isso não parece desacreditar tais pessoas o bastante para dispensar o depoimento delas em casos de sentenças mínimas obrigatórias.]
Agora, o Comandante da Polícia Richard Pennington diz que o departamento revisará a sua política de buscas inadvertidas. Em uma ação preventiva, Pennington também anunciou que a matança de Kathryn Johnston será o objeto de uma investigação federal. Mas, mesmo essas ações não acabaram coma pressão sobre a polícia de Atlanta, com Pennington passando por reuniões públicas perturbadoras em que membro após membro da comunidade o escoriaram, assim como o departamento dele, pela morte de Johnston e a precipitação da polícia.
Mais reuniões comunitárias vão acontecer e múltiplas investigações estão em andamento. Talvez a matança de Kathryn Johnston acabe servindo a algum propósito se a morte dela ajudar a refrear os impositores da lei que tratam os cidadãos como se fossem combatentes inimigos.
Visite o blog The Agitator para atualizações correntes sobre este caso e outros reides antidrogas mal-executados.

















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