A Americans for Safe Access (ASA, na sigla em inglês) é a maior organização estadunidense de pacientes, profissionais da medicina, cientistas e cidadãos interessados em promover o acesso seguro e legal à cânabis para uso terapêuticos e pesquisa. A ASA trabalha em parceria com legisladores estaduais, municipais e nacionais a fim de superar barreiras e criar políticas que melhorem o acesso à cânabis para pacientes e pesquisadores. A ASA contra com mais de 30.000 membros ativos com sucursais e filiais em mais de 40 estados.
A ASA proporciona treinamento jurídico e informação médica a pacientes, advogados, profissionais da saúde da medicina e formuladores de políticas pelos EUA afora e também organiza suporte midiático a casos judiciais, reações de emergência a reides da força pública e a construção de recursos para militantes. O lóbi e as campanhas midiáticas e legais bem-sucedidas da ASA resultaram em importantes precedentes judiciais, novos padrões condenatórios e diretrizes comunitárias mais compassivas.
A missão da Americans for Safe Access é garantir um acesso seguro e legal à cânabis (maconha) para usos terapêuticos e pesquisa.
O coordenador jurídico atenderá e documentará as chamadas dos pacientes consumidores de maconha medicinal que tenham tido encontros com a força pública e de outra natureza legal e proporcionar-lhes-á informações jurídicas, atualizará os materiais jurídicos e se responsabilizará pelo respaldo cotidiano do chefe do Departamento Jurídico. O cargo é supervisionado e se reporta ao chefe de pessoal e ao chefe do Departamento Jurídico. É um cargo assalariado de tempo integral localizado na sede da ASA em Oakland na Califórnia.
Entre as tarefas e deveres específicos figuram proporcionar informações em resposta a perguntas referentes à defesa penal, moradia, emprego e outras questões relacionadas aos pacientes que consomem maconha medicinal; manter uma base de dados jurídicos; apoiar réus e advogados que lidem com julgamentos federais; pesquisar e redigir uma “Dica Legal da Califórnia” todo mês; gerenciar o conteúdo de um “banco breve” no sítio da ASA (solicitações de indeferimento etc.); manter e atualizar as Perguntas Freqüentes sobre problemas jurídicos, a página de prisioneiros pela maconha medicinal na Internet, a página de decisões de referência na Internet; a página de casos federais pendentes e outras páginas na seção jurídica do sítio; manter as páginas existentes “Como virar um paciente legal” ao passo que muda a legislação estadual; coordenar o recrutamento de possíveis demandantes (isto é, desenvolver critérios, criar e publicar panfleto de alerta/distribuição eletrônicos, entrevistar candidatos, criar sinopses); manter uma base existente de demandantes com atualizações quando acontecerem; fazer pesquisa e aconselhar os colaboradores; rastrear a situação de réus federais ao manter relações com os réus, advogados e partidários; aconselhar os funcionários a respeito das implicações jurídicas de várias leis estaduais e federais; fazer pesquisa e redigir textos de vários esforços legislativos; aconselhar organizadores em estados com maconha medicinal, inclusive facilitar a criação de um guia e treinamentos da ASA sobre “Como defender um paciente consumidor de maconha medicinal” para advogados; fazer interface com o pessoal de campanha; ajudar nos trabalhos de reação de urgência quando acontecerem reides federais; recrutar e coordenar atividades de qualquer estagiário/associado que trabalhe no Departamento Jurídico; auxiliar administrativamente na elaboração de documentos jurídicos para apresentação; comunicar-se por correio eletrônico com as bases a respeito de pareceres de referência, apresentações de documentos judiciais da ASA, vitórias jurídicas da ASA, importantes ações penais/civis etc.; redigir e editar artigos sobre assuntos jurídicos para publicações da ASA; ir a, e falar em, conferências a fim de trabalhar em red e construir um corpo de advogados conscientizados pelos EUA afora; e publicar manuais jurídicos em sítios e faculdades de direito pelos EUA afora.
A experiência e os requisitos incluem um compromisso com a missão e as metas da Americans for Safe Access; conhecimentos de leis são desejáveis; excelente conhecimento de informática e sentir-se à vontade para adquirir novas aptidões; aptidões excepcionais de gestão de tempo e priorização; calma sob pressão; flexibilidade na determinação (e nova determinação) de prioridades e a gestão de múltiplos projetos; aptidões excepcionais de comunicação, organização e diplomacia com aptidões sólidas de comunicação por escrito; senso de humor, altos padrões profissionais de ética e uma perspectiva multicultural; um bom desempenho de funções em um ambiente de equipe; horários flexíveis, inclusive disponibilidade para trabalhar durante noites e fins de semana de vez em quando e viajar periodicamente; e a dedicação a trabalhar de perto e de modo cooperativo em uma organização comunitária com funcionários, voluntários e membros da comunidade diversos.
Se estiver interessado, envie uma carta de apresentação e seu currículo a HR@SafeAccessNow.org [2]. Não ligue nem mande faxes.
A ASA emprega mediante igualdade de condições. Recomenda-se altamente que pessoas de cor e mulheres se candidatem.