Polícia: As estórias de policiais corruptos desta semana

Nesta semana, há dois da fronteira dos EUA com o México, onde a tentação está sempre ao alcance da mão e dois da Flórida, onde a corrupção parece prosperar no clima cheio de vapor. Vamos ao que interessa:

Em El Paso, uma agente das Alfândegas e da Patrulha das Fronteiras foi presa no dia 27 de julho por deixar que mais de uma tonelada de maconha entrasse no país. A oficial da CBP, Margarita Crispín, é acusada de uma acusação de formação de quadrilha para importar uma substância controlada. De acordo com o indiciamento, ela se associou a outros desde 2003 até este ano para abrir caminho para carregamentos em caminhão pelos postos de fiscalização da fronteira. Segundo as últimas informações, ela estava presa aguardando uma audiência sobre a fiança.

Em Miami Beach, um fiscal de parquímetros foi preso no fim de semana passado por acusações de vendas de drogas. O oficial Elio Espinosa supostamente vendeu três sacos de drogas a um informante. Ele é acusado de porte de cocaína com a intenção de vender a menos de 300 metros de uma escola.

Em Tucson, três guardas nacionais foram condenados à prisão na semana passada por formar quadrilha para entregar drogas para traficantes. Eles são só os últimos de mais de três dúzias de policiais e militares, presentes e passados, pegos na Operação Verde Vivo [Operation Lively Green], uma armação do FBI em que agentes fingiam ser traficantes e que solicitou a ajuda de policiais e militares para transportar carregamentos de drogas. Demian Castillo, um ex-recrutador da Guarda Nacional do Exército de Tucson, pegou dois anos por aceitar $14,000 para entregar dois carregamentos de drogas em 2002. O ex-integrante da Guarda, Sheldon Anderson, pegou 10 meses por prestar ajuda em uma única entrega de drogas. O ex-guarda, Mario Quintana, pegou dois anos por ajudar em dois carregamentos. Os três se confessaram culpados de formação de quadrilha para cometer suborno de um funcionário público.

Em Hollywood, Flórida, o quinto policial de Hollywood se declarou culpado em uma armação do FBI. O ex-policial de Hollywood, o tenente Charles Roberts, se confessou culpado de uma acusação de prestar declaração falsa quando ele disse aos investigadores que não sabia nada sobre uma armação secreta do FBI. A armação, conhecida como Operação Distintivo Maculado [Operation Tarnished Badge], tinha em vista policiais de Hollywood que concordaram em transportar heroína para pessoas que eles achavam ser traficantes de drogas, mas que, na verdade, eram agentes do FBI. Ela foi encerrada pouco depois de vazar a notícia de sua existência. Três oficiais foram condenados à prisão pelos seus papéis nas quadrilhas de transporte de drogas e um quarto aguarda a condenação neste mês. Roberts pode pegar até cinco anos de prisão quando for sentenciado em outubro.

Permission to Reprint: This article is licensed under a modified Creative Commons Attribution license.
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