Prezados reformadores,
Vocês conhecem meu nome provavelmente por sua menção nas páginas da Crônica da Guerra Contra as Drogas. Fui o primeiro fornecedor de maconha medicinal da Califórnia processado pelo governo federal estadunidense – em 1997, durante o governo Clinton - e cumpri dois anos até que fui solto em 2004 enquanto tramitavam recursos de minha sentença de 10 anos. No mês passado, um painel de juízes federais ratificou a sentença e agora recorro ao plenário da 9ª Circunscrição.
Escrevo aos leitores da StoptheDrugWar.org porque sou um de 32 ativistas pró-maconha medicinal que ainda enfrentam um processo federal, apesar da promessa do governo Obama de parar a interferência na legislação estadual sobre a maconha medicinal; e porque há outros 67 de nós cujas condenações são definitivas e que deveriam ser indultados. Criei uma página de “ação política” na Internet que lhe pede que assine oito petições eletrônicas e redija uma carta ao presidente Obama a respeito destas questões. A página também lida com outros aspectos da proibição da maconha. Visite minha página - http://www.bestlodging.com/politics/ - para assiná-las. As coisas só mudarão se fizermos que nos ouçam e as dezenas de nós que se encontram presos nisto por ajudarem os pacientes precisam que a mudança aconteça o quanto antes.
Vou explicar-lhes algo das petições, três das quais o autor fui eu. Uma delas será encaminhada a Eric Holder, ministro da Justiça dos EUA, com uma lista dos 32 réus por maconha medicinal cujos casos deveriam ser despronunciados. Outro lida com meu caso e enfatiza algumas improbidades flagrantes da acusação que afetaram o resultado em meu caso – acho que concordarão que é uma história assombrosa. A terceira está endereçada ao presidente Obama e lista todos os 67 réus cujas condenações são definitivas e os quais deveriam ser indultados porque estavam implementando a legislação estadual sobre a maconha. (Informem-me caso tenha me esquecido de alguém.) As outras cinco petições estão relacionadas a estas questões.
Obrigado por resistirem e agirem.
Atenciosamente,
Bryan Epis


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