Um candidato independente nas eleições presidenciais de dezembro do Chile levantou o tema da legalização da maconha, mas de acordo com uma nova pesquisa Angus-Reid, não é possível ganhar com essa questão no conservador país sul-americano. Uma sólida maioria se opõe à legalização, descobriu a pesquisa.

Marco Antonio Enríquez-Ominami Gumucio, ex-político do Partido Socialista que rompeu com o partido para efetivar sua candidatura independente à presidência do Chile, levantou a questão. Ele produziu alguma comoção no Chile ao dizer que era “partidário de estudar o tema da legalização da maconha”.
Pelo visto, isso ainda é difícil de aceitar no país conservador em temas sociais onde o aborto é ilegal, ser homossexual era crime até 1988 e o divórcio ilegal até 2004. Determinar-se-á se a candidatura à presidência de Enríquez-Ominami ganha alguma força no dia 11 de dezembro, quando acontecerá o primeiro turno das eleições.


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