Mais problemas para os agentes antidrogas da Filadélfia, outro agente fronteiriço e também uma equipe porto-riquenho de marido e mulher são pegos e um guarda da TSA é apanhado. Mais uma semana de corrupção policial relacionada às drogas. Vamos ao que interessa:
Na Filadélfia, mais dois agentes antidrogas da Polícia da Filadélfia foram alocados a serviços de escritório enquanto o FBI e investigadores da região examinam acusações de improbidade. Os policiais Robert McDonnell e Richard Cujdik, ambos veteranos na Unidade Antidroga de Campo, ficam com as armas e os poderes policiais conferidos pela corporação, mas foram tirados das ruas. Cujdik é irmão do policial Jeffrey Cujdik, cuja falsificação de atestados ocasionou uma investigação da unidade. Tal investigação se ampliou depois que o Philadelphia Daily News informou acusações de pelo menos 15 donos de lojas de conveniência de que haviam sido atacados, de que seus circuitos internos de segurança haviam sido desativados e de que alimentos, bebidas, cigarros e dinheiro haviam sido roubados pelo esquadrão antidroga, que então os prendeu por venderem saquinhos plásticos. Richard Cujdik encabeçou um reide do dia 11 de setembro de 2007 contra uma loja de conveniência e uma parte da qual foi capturada em um disco rígido depois que os policiais desativaram o equipamento de vigilância. Cujdik apareceu vasculhando o furgão do dono sem mandado de busca. O dono da loja disse que US$ 10.000 foram roubados no reide, mas a papelada da polícia documentou apreender apenas US$ 875. Há suspeitas de que McConnell colaborou com Jeffrey Cujdik na falsificação de mandados de busca.
Em Palm Bay na Flórida, no dia 08 de abril, um segurança da Administração de Segurança no Transporte (TSA, na sigla em inglês) foi preso por acusações de traficar drogas e armas. O guarda Timothy Monroe estava detido com fiança estipulada em US$ 750.000 após ser preso quando a polícia invadiu sua casa e apreender drogas, armas e “pilhas de dinheiro”. A polícia achou maconha e cocaína suficientes para precipitarem uma averiguação federal de tráfico de drogas, “sacos e sacos” de maconha, uma variedade de armas de fogo e “um montão” de munição. Monroe pediu demissão de seu emprego na TSA na última quinta-feira.
Em Brownsville no Texas, na segunda-feira, um agente das Alfândegas e Proteção Fronteiriça dos EUA se confessou culpado de acusações de corrupção passiva, tráfico de imigrantes indocumentados e tráfico de drogas. Sergio Hernández, 40, esteve encarcerado desde que o detiveram no dia 28 de janeiro. Hernández admitiu ter deixado que carros com drogas contrabandeadas ou pessoas indocumentadas passassem pela faixa dele enquanto inspecionava o trânsito de entrada na Ponte de Livre Comércio Los Indios entre junho de 2008 e janeiro deste ano. Hernández, um funcionário fronteiriço corrupto que trabalhava em tempo integral, confessou-se culpado de formação de quadrilha com a finalidade de trazer imigrantes indocumentados aos EUA para benefício pecuniário privado, aceite de propina para fazer isso, formação de quadrilha para portar com o intuito de distribuir 15 quilogramas de cocaína e aceite de US$ 150.000 em propina para fazer isso. Como parte de seu acordo de confissão, também perdeu o direito a US$ 85.520 em espécie apreendidos na casa dele depois que o prenderam.
Em San Juan no Porto Rico, na segunda-feira, uma equipe de marido e mulher policiais se confessou culpada de acusações federais de tráfico de drogas. José García e Jacqueline Torres Cruz foram indiciados por um júri federal estadunidense em fevereiro junto com dois outros policiais pelo assalto a um traficante de drogas em 2007. De acordo com os procuradores, o casal formou quadrilha para assaltar o traficante e vender por si mesmo oito quilogramas de cocaína. Os procuradores recomendam sete anos para Garcia e quatro para a mulher dele.


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