Policiais sodomizadores FDPs de Nova Iorque são indiciados, um agente da Secretaria da Saúde de Nova Iorque se mete em encrenca, assim como um agente da Polícia Estadual do Michigan e um agente penitenciário do Texas, e Rod Blagojevich não é o único corrupto em Chicago, não. Vamos ao que interessa:
Na Cidade de Nova Iorque, na terça-feira, três oficiais da Polícia de Nova Iorque se entregaram para responderem na Justiça por supostamente sodomizarem com a antena de um rádio da polícia um homem suspeito de porte de maconha. O policial Richard Kern é acusado de abuso sexual com agravantes e agressão, enquanto os oficiais Alex Cruz e Andrew Morales foram acusados de obstrução ao julgamento e má conduta de servidor público. Os três foram acusados de contravenções ligadas à falsificação de registros. Foram indiciados na semana passada por um júri do Brooklyn que investigava as acusações de Michael Mineo, empregado de um estúdio de tatuagem, de que quando fugiu para uma estação do metrô depois que os três o acusaram de fumar maconha, se lançaram sobre ele e o algemaram, baixaram suas calças e o sodomizaram. Mineo foi multado por perturbação da ordem e, após a liberação, ficou hospitalizado por vários dias pelo que os documentos de alta do hospital diagnosticaram como uma “agressão anal”.
Na Cidade de Nova Iorque, um chefe de investigação antidroga da Secretaria da Saúde estadual foi acusado em um relatório de ser um policial “pilantra” por um inspetor-geral do estado. De acordo com o relatório do inspetor-geral, Louis Crisafi, 49, gostava de pirulitos de fentanil, uma vez disparou sua arma sem querer enquanto conduzia um preso à cadeia e nunca comunicou isso, mentira sobre suas credenciais e antecedentes laborais, realizou armações amadoras e perigosas, interrogou suspeitos apesar de seus protestos de que queriam os advogados deles e conduziu uma assessoria privada de autodefesa enquanto trabalhava para o estado. Crisafi chegou à atenção dos investigadores quando o New York Times publicou uma foto de seu Corvette amarela estacionado ilegalmente em um artigo que tratava do abuso das autorizações de estacionamento emitidas pelo governo. O relatório concluiu: “Está claro que o empregado é inepto para um cargo na força pública por ter infringido descaradamente as leis e regras que foi contratado e juramentado para manter”. Atualmente, Crisafi está de licença por doença, mas vai sofrer uma medida disciplinar e possivelmente responderá por acusações criminais por violar os direitos dos suspeitos.
Em Monroe no Michigan, no dia 04 de dezembro, um agente antidroga da Polícia Estadual do Michigan recebeu licença remunerada depois que a polícia vasculhou a casa dele. O tenente Luke Davis integrava o gabinete de investigação de entorpecentes de Monroe, composto de várias jurisdições. Não se sabe o que acharam, se é que acharam algo, mas a Polícia Estadual disse estar investigando “uma alegação de possível má conduta”. Davis não demorou a alardear seu não-envolvimento com o porte, o consumo ou o tráfico de drogas ilegais, embora ainda devam acusá-lo disso. Os resultados da busca e da investigação acompanhante serão enviados à Procuradoria-Geral do estado.
Em Brownville no Texas, no dia 03 de dezembro, um ex-agente penitenciário da Chefatura de Polícia da Comarca de Cameron foi preso por supostamente introduzir drogas contrabandeadas nas cadeias comarcãs. Acusam Gabel Jacques Gonzales de porte de maconha, contravenção de Classe B, e tentativa de introdução de substância proibida em uma penitenciária, um crime no terceiro grau. Gonzales foi pego após formar quadrilha com duas pessoas para obter uma quantidade não-especificada de maconha para contrabandear nas cadeias comarcãs. Infelizmente para ele, seus companheiros resultaram ser um informante confidencial e um agente da DEA.
Em Chicago, no dia 03 de dezembro, um ex-policial de Chicago foi condenado por formação de quadrilha para roubar milhares de dólares de traficantes. Mahmoud Shamah e seu companheiro, Richard Doroniuk, também foram acusados de roubar $ 30,000 de um armário de provas da polícia em 2006. Doroniuk depôs que Shamah e ele levavam cocaína rotineiramente para plantá-la em suspeitos, pagaram informantes para obterem informações errôneas e até subornaram um juiz para que aprove uma ordem de prisão.


Post new comment