Maconha: Maioria apertada do Arcansas é a favor da descriminalização, descobre pesquisa

Uma recente pesquisa Zogby Internacional encarregada pelo Drug Policy Education Group do Arcansas descobriu que uma ligeira maioria dos entrevistados é a favor da descriminalização do consumo e porte adultos de maconha. A pesquisa foi realizada dos dias 7 a 11 de novembro e se fundamentou em um painel eletrônico da Zogby com 436 eleitores considerados representativos da população adulta do estado pela agência de pesquisas. A margem de erro era de 4,8% +/-.

Fizeram a seguinte pergunta aos entrevistados: “Em 2007, mais de 7.400 adultos foram presos no Arcansas pela contravenção de porte de 28 gramas ou menos de maconha, mais da metade do total de detenções por delitos de droga do estado. De acordo com um estudo nacional de 2005, os governos estaduais e municipais gastam uma média de $10,400 por prisão com polícia, tribunais e cadeias. Com base nessa estimativa, as prisões por maconha em 2007 custarão ao contribuinte do Arcansas quase $77 milhões de dólares. Com esta informação em mente, você seria muito a favor, algo a favor, algo contra ou muito contra uma lei que eliminasse as penas para o porte adulto de menos de 28 gramas de maconha?”

Ligeiramente mais de 35% foram muito a favor de mudar a legislação sobre a maconha, sendo que 17% eram algo a favor, para um total de 53% a favor da descriminalização. Por outro lado, 38% foram muito contra e 7% foi algo contra a descriminalização, para um total de 45%. Três por cento estavam indecisos.

Os democratas e independentes foram a favor da descriminalização por uma margem de dois para um, mas só 29% dos republicanos a apoiou. A intensidade está do lado dos republicanos: 63% são muito contrários em comparação com 49% de democratas e independentes que a apóiam muito.

Uma ligeira maioria de eleitores com menos de 64 anos de idade foi a favor da descriminalização, sendo que a proporção mais alta estava entre o grupo com idade inferior a 30 anos. Entre os jovens, 58% foram a favor da descriminalização. Maiorias tanto de brancos (51%) quanto de afro-americanos (64%) disseram ser a favor de tal lei, enquanto as mulheres (59%) tinham mais chances do que os homens (64%) de dizer que seriam a favor.

Uma pesquisa parecida, mas redigida de um jeito um pouco diferente, que foi encarregada pelo Drug Policy Education Group em 2006 publicou descobertas semelhantes. Nessa pesquisa, que perguntou aos eleitores se apoiariam “reduzir” as penas para os delitos de porte adulto de maconha, 61% disseram que sim, enquanto 35% disseram que não.

O Arcansas tem sido o cenário do ativismo pró-reforma das políticas de drogas, sobretudo acerca da maconha, já faz vários anos. Medidas que transformam os crimes por porte de maconha na menor prioridade da força pública foram aprovadas por margens de dois para um em Eureka Springs em 2006 e na cidade universitária de Fayetteville neste mês. Grupos estaduais que são favoráveis à reforma das políticas de drogas como o Drug Policy Education Group e seus predecessores também estiveram alhanando terreno no Razorback State. A reforma surge nos lugares mais surpreendentes e estes resultados de pesquisa indicam que os cidadãos do Arcansas podem estar mais abertos do que a maioria houvesse podido imaginar.

Permission to Reprint: This article is licensed under a modified Creative Commons Attribution license.
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