28 de agosto de 1964: Os Beatles são apresentados à maconha.
28 de agosto de 1995: A Organização Mundial da Saúde (OMS) publica o “Projeto da OMS sobre as implicações do consumo de cânabis para a saúde: Uma avaliação comparativa das conseqüências sanitárias e psicológicas do consumo de álcool, cânabis, nicotina e opiáceos”. A versão original – não a oficial – declara: “[...] existem bons motivos para dizer que [os riscos da cânabis] provavelmente não se [comparariam com] os riscos do álcool e tabaco para a saúde pública mesmo se o mesmo número que agora bebe álcool ou fuma tabaco consumisse cânabis”.
25 de agosto de 2001: O Denver Post informa que o juiz de distrito John L. Kane, Jr. disse: “A melhor maneira para que uma criança pega consumindo ou vendendo drogas saia impune é escolher um congressista, senador ou alto funcionário para pai”. De fato, depois que o filho do agora desonrado deputado Randy “Duke” Cunningham (R-CA) foi descoberto pilotando um avião carregado com 180Kg de maconha, foi posto em liberdade sob fiança, mas então tirou positivo por cocaína três vezes. Acabou pegando dois anos e meio de prisão – bastante tempo, mas não pelos padrões da justiça penal estadunidense hoje em dia. O filho de Richard Riley, ex-ministro da Educação, pegou apenas seis meses de prisão domiciliar por formar quadrilha para vender cocaína e maconha, embora houvesse sido indiciado antes por acusações que podem dar prisão perpétua.
27 de agosto de 2002: O Canadian Press, o teletipo nacional do Canadá, informa que a ministra Anne McLellan da Saúde disse que o governo federal não vai voltar atrás em seu plano de oferecer maconha medicinal aos pacientes. Brava com informes anteriores de que o projeto fora engavetado, McLellan disse: “Em realidade, longe de engavetá-lo, o que estamos fazendo é implementar o segundo estágio”.
22 de agosto de 2003: David Borden, diretor-executivo da Rede Coordenadora da Reforma das Políticas de Drogas, escreve uma carta aberta a Rufus G. King III, presidente do Tribunal Superior do Distrito de Colúmbia, para declarar sua recusa a prestar o serviço de júri: “[...] Determinei que leis injustas sobre as drogas e a corrosão efetuada pelo combate às drogas sobre o sistema de justiça penal como um todo me compelem a recusar conscienciosamente o serviço de júri”, diz Borden. Visite http://stopthedrugwar.org/openletter (exclusivamente em inglês) para ler a carta na íntegra.


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