Salvia divinorum: Câmara virginense aprova proibição

Um projeto de lei para proibir a erva alucinógena Salvia divinorum foi aprovado por 98 votos a 0 na Câmara dos Deputados da Virgínia na terça-feira, alhanando o terreno para que o Antigo Domínio se uma a um punhado de estados e municipalidades que já penalizaram o membro da família das mentas. Agora, a medida passa para as mãos do Senado estadual.

http://www.stopthedrugwar.org/files/salvialeaves.jpg
folhas de sálvia (foto por cortesia de Erowid.org)
A Salvia divinorum produz efeitos psicodélicos potentes, porém efêmeros. Antanho obscura, ficou cada vez mais famosa graças ao boca a boca da Internet. Embora a DEA a considere uma “droga de interesse”, a agência ainda tem de tomar medidas para designá-la como substância controlada e ela continua sendo de livre aquisição pela Internet ou em vários postos de venda no varejo em locais que não a proibiram.

Defendido pelo deputado John O'Bannon (R-Henrico), o HB21 mudaria a sálvia de uma situação irrestrita a uma substância controlada de Classe I conforme a lei virginense. O’Bannon disse que apresentou o projeto após receber sugestões nesse sentido das agências da ordem.

“Na verdade, não é nada agradável consumi-la. Pode causar viagens ruins, disforia e sudoreses”, disse O’Bannon em comentários informados por por The Commonwealth Times, um jornal estudantil da Universidade da Mancomunidade da Virgínia e o único veículo da imprensa virginense a se encarregar da matéria.

Por isso, apesar de todo o bafafá, a sálvia não veio à tona como droga popular. A maior parte dos consumidores estão bem contentes em limitar-se a consumi-la uma ou duas vezes.

O’Bannon demonstrou um ponto de vista idiossincrático das liberdades individuais ao discutir o projeto de lei dele. “A respeito das liberdades individuais e o bem público. Acho que o que está acontecendo é que isto está virando uma droga que pode ser consumida indevidamente”, disse. “Colocá-la na Classe I não prejudicará ninguém”, manifestou, mas seria “um equilíbrio razoável entre a segurança pública e as liberdades individuais civis”.

É lógico, colocar a sálvia na Classe I, onde os seus usuários estariam sujeitos às mesmas penas de prisão que os consumidores de outras drogas proscritas, prejudicaria esse pessoal infeliz o bastante para ser preso com ela. Mas, aparentemente, O’Bannon e seus colegas deputados não pensaram no impacto que o ser enjaulado em cadeias ou prisões durante longos períodos de tempo causa na liberdade individual.

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SALVIA DIVINORUM

é preciso criminalizar o uso desta substância. E com urgência, antes que se torne mais uma pandemia mundial.
Esta planta é totalmente alucinógena, altera estrutura cerebral do indivíduo que a usa para sempre. Não intendo o que os jovens procuram nesse negócio, deixa a pessoa sem controle físico, extremamente exaltado, é ridículo.

é perigoso. É preciso proibir a venda o uso, tudo q puder ser feito contra!

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